Jardim Japonês

Momento Zen no Jardim 

Um toque especial e apaixonante. Assim é o novo  Jardim Japonês, inaugurado no dia 29 de agosto para os associados. Trata-se de um lugar bastante contemplativo, com um visual moderno e tradicional ao mesmo tempo. Para os associados, a chance de ter contato com o Japão e sua beleza natural. Em homenagem ao fundador do clube, o espaço ganhou o nome de Jardim Japonês Katsuzo Yamamoto.

 

Todo o projeto de concepção foi desenvolvido por um arquiteto especialista em jardinagem oriental, além do gerente geral do Nippon, Wagner Vilela. Em tempo recorde, conseguiram viabilizar toda a estrutura, resultando em um lugar inspirador.

 

Segundo o presidente Valter Sassaki, o novo jardim japonês é um presente para todos os associados e frequentadores. Resgata, também, a força dos pioneiros que tanto fizerarn pelo clube, nos 55 anos de atividades.

 

“Estamos muito emocionados por oferecer mais um espaço temático, um lugar aconchegante e tranquilo. Tenho certeza que todos desfrutarão do jardim, bastante belo e sofisticado”, explicou o presidente, durante solenidade de abertura.

 

A Arte do paisagismo no Japão é antiga e provavelmente originou-se na China e da Coréia muito antes do século VI. Para a cultura japonesa, o paisagismo é uma das mais elevadas formas de arte, pois, consegue expressar a essência da natureza em um limitado espaço de forma harmoniosa com a paisagem local.

 

Em um jardim oriental os elementos filosóficos, religiosos e simbólicos são muito importantes. Estes incluem a água, as pedras, as plantas e os acessórios de jardim. Alguns elementos também são fundamentais, entre eles a cerejeira ornamental, que é conhecido como a flor da felicidade e assume um lugar importante na cultura japonesa, as lanternas de pedra que induzem à concentração; pontos de luz devem ser estrategicamente distribuidos para não ofuscarem a visão. Sem contar no Iago com carpas, símbolo de fertilidade e prosperidade.

 

Tudo isso está à disposição para o associado. Aproveite para realizar esta visita e passar momentos de contemplação e introspecção com os elementos japoneses.

Lago das carpas

” A nossa Consciência é um ponto se a assegurarmos, mas será infinita se a liberarmos”

Um estilo único do paisagismo de respeito à natureza que foi criado através de milênios pelos costumes herdados dos antepassados nas dezenas de milhares de anos que o povo vive no arquipélago japonês.

 

Este estilo único, nos seus primórdios, teve influência dos Ensinamentos do Xintoísmo japonês que prezavam o respeito, dedicação e amor fraternal, pois segundo os arqueólogos modernos, não foi encontrado armas de guerra até a entrada das pessoas e costumes do continente asiático.

 

Com a entrada do Budismo no século XVI, o estilo de jardim que se baseava no amor à natureza do Xintoísmo Japonês foi acrescido de ideal Budista de Paraíso.

 

Com o aumento da população e o domínio da região pelos Clãs, cada vez mais, o jardim foi se aproximando das moradias das pessoas.

 

Hoje o jardim faz parte de cada uma das residências, utilizando o pequeno espaço disponível para se sentir junto à natureza e o passar dos anos com climas que possuem estações muito bem definidas.

 

O Jardim Japonês, assim como todas as artes, é concebido através de longos anos de estudo e dedicação no assunto, trazendo a essência em forma de plantas, pedras, lagos e afins.

 

Como o Jardim Japonês é também uma arte, que neste caso específico, pretende demonstrar a miniaturização da natureza, como muitos pretendem explicar, é preciso sentir a grandeza do paisagista, principalmente do seu sentimento, a fim de compreender e sentir a real grandeza da obra.

 

Pois, costumo expressar que o Jardim Japonês não é a miniaturização da natureza, mas uma obra de arte de um paisagista que ampliou a sua consciência a nível Universal e criou num pequeno espaço a sua essência.

 

Existe um ensinamento do Zen Budismo que diz: ”aku itten, kai muguen” em ideograma seria [握一転 開無限], que significa ” A nossa Consciência é um ponto se a assegurarmos, mas será infinita se a liberarmos”.

Por isso, o que vemos e sentimos através da apreciação do jardim japonês, depende do nível da consciência do observador ou a sua espiritualidade.

 

Assim sendo, nada é definido, está ali livre para a contemplação.

 

Hiroyoshi Ishibashi - Professor de espelhos d'água no curso de paisagismo do IBRAP-Instituto Brasileiro de Paisagismo em São Paulo-SP

                               Engenheiro Agrônomo pela USP e Sensei de Kendô 7º Dan Kiyoshi no Nippon Country Club.

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